Apresentações culturais e “cozinha show” nos dois últimos dias da abertura do IV Festival Gastronômico: SAJ

Dentre as apresentações culturais, Capoeira, Samba de Roda, Bumba Meu Boi, performances musicais; além das aulas show sobre culinária, sexta e sábado

Por ANTONIO MASCARENHAS

O IV Festival Gastronônico Sabores de Saj, ora realizado em Santo Antonio de Jesus, nos 30 restaurantes inscritos, estende-se até o dia 30 do mês em curso, todavia, nos dias 18 a 20, foram realizadas a abertura do certame com apresentações musicais, prestigiando valores da terra. 

 

Uma plêiade de renomados nomes da música no município e região, a exemplo de Maeve, Mara Ribeiro, Verena Santa, no 1o dia do evento, mostrando a essência da refinada musicalidade local, numa iniciativa da Secretaria de Cultura, Turismo e Juventude, parceira nesse importante evento. 

 

 

No segundo dia, as performances de Claudio, Patrícia, Guto Leal e Gil Andrade. Eles que, com maestria, mostraram a pujança da “Sanfona da Casa”, num evento que reuniu muitas pessoas em torno do palco. Pessoas que, literalmente, “entraram na dança”

 

No último dia (domingo), as belíssimas apresentações de Nilton Negão, Mô Passos, Sinho Bernardo e Jack Samba. Eles que, no palco, mostraram a exuberância do samba de raíz, levando o público presente ao deleite. Vertente musical que, deveras, é bastante requsitada nas diversas camadas da população, em todo o país. 

As apresentações da “Cozinha Show” foram, indubitavelmente, espetáculos à parte, no momento em que chefs de cozinha renomados, ministraram suas receitas ao público que compareceu durante os três dias. Público esse agraciado com saborosas degustações. E o que dizer do “desafio dos chefs”, num “duelo” protagonizado pelo Restaurante Oásis de Moura e Dom Hipólito Pizzaria,  em que não haveria (como não houve), nem vencido nem vencedor…?!

A roda de capoeira, capitaneada pelos mestres Xó e Zé Pequeno fez com que o público presente se deleitasse com o malabarismo rítmico de uma cultura secular que, felizmente, mantém-se no seio da sociedade, à custa de muito sacrifício por parte de participantes, fazendo com que elos culturais possam atravessar gerações. 

 

 

Não poderíamos deixar de enaltecer as várias nuances culturais presentes no evento, a exemplo do “samba de roda da Nega”, oportunidade em que ela mostrou, na praça,  ecleticidade vocal e destreza do samba no pé, ao lado dos demais participantes. 

 

 

A apresentação do “Bumba Meu Boi” também fez com que a cultura pedisse, literalmente, passagem, sinalizando que as manifestações culturais devem, sim, ser valorizadas, de maneira que não se perca a magia, a essência que brota do seio de uma sociedade que, mesmo em intensa transformação,não apenas ver mas, mais que isso, enxergar  potencialidades que, na maioria das vezes, encontra-se no anonimato, no ostracismo.  E, por que não um evento como esse para essa visibilidade? VEJA O VÍDEO.