Por ANTONIO MASCARENHAS
“O povo já está cansado dessa situação envolvendo a Romastur. Acredito que foi usado (referindo-se ao proprietário da empresa), para poder acontecer tudo isso. Porque não tem motivo para se criar toda essa celeuma. Existe um contrato que precisa ser cumprido. Já que não foi cumprido, tem que ser rescindido.
Nós resolvemos convocar essa coletiva de imprensa para que a gente possa viver uns dias tranquilos, agora e matar essa situação de uma vez.”
Dra. Luciene! Além de toda uma precarização no que se refere à logistica operacional da empresa, não foi detectada, de forma tempestiva, incongruência jurídica por parte da mesma?
“Sim, inclusive, Bitencourt (Secretário de Trânsito e Transportes do município) tem muitas notificações feitas à empresa pelo descumprimento do contrato, pela má qualidade dos serviços. Ele vem afirmando por aí, aos quatro cantos, que não está oferecendo um serviço de qualidade porque o município deve e não repassou para ele a gratuidade.
Eu posso afirmar que o município não deve nada à Romastur. Já falei na emissora de rádio e repito aqui: o contrato do município com a Romastur, na cláusula 8, parágrafo 3o. deixa bem claro que o município não vem indenizando contraprestação do município. Para isso ele arrecada as tarifas pagas pelos usuários”, finalizou Dra. Luciene.
Vídeo, Júlio Mascarenhas