Os coletivos, associações e entidades que formam o Movimento Negro no Brasil saíram às ruas, neste domingo (20), para realizar a 19ª Marcha do dia da consciência negra. Entre as principais pautas das manifestações, uma delas era a reunião de ideias e sugestões para o novo governo Lula, que começa a partir de 2023.
Sensível às pautas antirracistas, o presidente eleito, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), desfruta de um relevante apoio do movimento negro e tem sido cobrado para colocar em prática no terceiro mandato as ideias defendidas ao longo da campanha.
Os ativistas pediram a recriação do ministério da Igualdade Racial e uma composição mais diversa nas outras áreas do governo. “Há uma expectativa de que o novo governo Lula tenha uma participação maior de pessoas do movimento negro e a retomada das políticas afirmativas”, pontuou Dennis Oliveira, integrante do Movimento Negro Unificado, em São Paulo (SP).
“Temos que apoiar o governo para que Lula consiga concretizar o que ele tem dito, que é fazer mais do que ele já fez em outros governos. Na agenda racial, ele precisa fazer mais do que fez.”, afirmou Douglas Belchior, da Coalizão Negra por Direitos. Ele também faz parte da equipe de transição do governo Lula no grupo de trabalho sobre igualdade racial.
O movimento quilombola se reuniu, neste domingo, de forma virtual, para sistematizar as diretrizes que devem guiar o novo governo em relação ao tema das comunidades quilombolas pelo país. O documento será entregue à equipe de transição. A conferência contou com a participação de, aproximadamente, 500 pessoas.
“Nós entendemos que o 20 de novembro é um dia muito importante de se comemorar, mas entendemos também que é um dia dos movimentos negros, em especial as comunidades quilombolas, também usarem este espaço para realizar suas reivindicações”, destacou Antônio Criolo, coordenador da Coordenação Nacional de Articulação das Comunidades Negras Rurais Quilombolas (Conaq).
Nas redes sociais, o presidente eleito, Luiz Inácio Lula da Silva, se posicionou sobre o dia da Consciência Negra. Disse que a data marca uma página triste da história do Brasil. Afirmou também que, se o país quiser um futuro com justiça e democracia, precisará ser antirracista. Lula ainda afirmou que, no Brasil, ainda “existe um racismo silencioso e cúmplice, que se expressa nas oportunidades negadas à maioria do povo pela cor da pele”.
Os coletivos, associações e entidades que formam o Movimento Negro no Brasil saíram às ruas, neste domingo (20), para realizar a 19ª Marcha do dia da consciência negra. Entre as principais pautas das manifestações, uma delas era a reunião de ideias e sugestões para o novo governo Lula, que começa a partir de 2023.
Sensível às pautas antirracistas, o presidente eleito, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), desfruta de um relevante apoio do movimento negro e tem sido cobrado para colocar em prática no terceiro mandato as ideias defendidas ao longo da campanha.
Os ativistas pediram a recriação do ministério da Igualdade Racial e uma composição mais diversa nas outras áreas do governo. “Há uma expectativa de que o novo governo Lula tenha uma participação maior de pessoas do movimento negro e a retomada das políticas afirmativas”, pontuou Dennis Oliveira, integrante do Movimento Negro Unificado, em São Paulo (SP).
“Temos que apoiar o governo para que Lula consiga concretizar o que ele tem dito, que é fazer mais do que ele já fez em outros governos. Na agenda racial, ele precisa fazer mais do que fez.”, afirmou Douglas Belchior, da Coalizão Negra por Direitos. Ele também faz parte da equipe de transição do governo Lula no grupo de trabalho sobre igualdade racial.
::Enem e Copa do Mundo provocam mudança em Marcha da Consciência Negra do dia 20 de novembro::
O movimento quilombola se reuniu, neste domingo, de forma virtual, para sistematizar as diretrizes que devem guiar o novo governo em relação ao tema das comunidades quilombolas pelo país. O documento será entregue à equipe de transição. A conferência contou com a participação de, aproximadamente, 500 pessoas.
“Nós entendemos que o 20 de novembro é um dia muito importante de se comemorar, mas entendemos também que é um dia dos movimentos negros, em especial as comunidades quilombolas, também usarem este espaço para realizar suas reivindicações”, destacou Antônio Criolo, coordenador da Coordenação Nacional de Articulação das Comunidades Negras Rurais Quilombolas (Conaq).
Nas redes sociais, o presidente eleito, Luiz Inácio Lula da Silva, se posicionou sobre o dia da Consciência Negra. Disse que a data marca uma página triste da história do Brasil. Afirmou também que, se o país quiser um futuro com justiça e democracia, precisará ser antirracista. Lula ainda afirmou que, no Brasil, ainda “existe um racismo silencioso e cúmplice, que se expressa nas oportunidades negadas à maioria do povo pela cor da pele”.
Em São Paulo, marcha aconteceu pela manhã para não chocar com a realização do Enem – Fotos: Elineudo Meira / @fotografia.75. Brasildefato.