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Dopada, amedrontada, exposta. Najila, uma mulher atormentada

Na entrevista que deu à Record TV, Najila mostra fragilidade, tensão, medo. Sua acusação de estupro a Neymar precisa de provas. E elas não apareceram. Najila Trindade é mulher atormentada.Esta a conclusão da entrevista exclusiva que deu para a Record TV, neste domingo.
Revela que, nestes dez dias que se sucederam ao Boletim de Ocorrência, que lavrou acusando Neymar de estupro e agressão, sua vida virou um pesadelo.

Não está resistindo à pressão por ter lavrado Boletim de Ocorrência acusando Neymar de estupro e agressão.Principalmente porque, até agora, não conseguiu apresentar provas que sustentem as gravíssimas acusações. 
Najila se mostrou fragilizada na entrevista. Desabou diante de tanta pressão
Reprodução/Record TV
"Acreditei na lei. Achei que meu nome iria ficar em sigilo, que seria tudo resolvido pela lei. Eu confiei na lei. Apenas nisso. Jamais imaginei que fosse entrar na internet e estar exposta lá para todo mundo. Nunca imaginei. Até por que isso é um crime.

"Eu me dopei. Tomei remédio. Tomei muito remédio e vivi na base da medicação. Quando acordava, vinham uns flashes das pessoas falando coisas sobre mim, sobre a minha família. E cada vez queria me dopar mais porque está tudo destorcido, está tudo errado. A minha vida virou do avesso. Eu tento gritar, mas ninguém me escuta.

"Não estou nem me sentindo acusada, mas invadida. As pessoas estão invadindo a minha vida, a vida da minha família e não há necessidade disso. Estou me sentindo como... Não consigo nem expressar, não consigo nem achar palavra para isso.

"Só sei que minha vida está um pesadelo. A minha vida está um pesadelo e só vem piorando. Desde que me encontrei com ele [Neymar], minha vida está um pesadelo. Eu cheguei no Brasil com quatro quilos a menos. Eu cada vez mais eu vou emagrecendo. E cada vez mais eu desanimo, cada vez mais tudo piora. Cada vez mais as coisas saem do controle e as pessoas não têm noção da dor da minha família, do meu filho.

"Tomei muitos remédios nos últimos dias... Andei muito dopada. Dei depoimentos sob pressão, dopada, sem me alimentar. [Me refiro] às entrevistas que nem me recordo. "Venho sofrendo mais crimes. Venho sofrendo... Invadiram o meu apartamento, estão me caluniando, inventando coisas sobre mim..."Foi eu que divulguei o vídeo? Que vídeo? Eu não vi qual vídeo foi para o ar. Não quero falar sobre isso.

"A Najila não essa Najila que está rolando aí. Só estou aqui de pé até hoje porque sei quem eu sou. Sei da mulher que eu sou. Estou com síndrome do pânico, não consigo sair na rua, não consigo cuidar do meu filho, não consigo fazer mais nada do que eu gostava. Não consigo treinar, não consigo fazer mais nada. Eu não tenho condições de aguentar isso. 
Najila no seu trabalho como modelo mais importante. Clipe de pagode
Reprodução
"Não tenho condições de estar dando entrevista, das pessoas ficarem me perseguindo. Não tenho. Estou sofrendo. Me deixem quieta na minha.

"A minha família não tem nada a ver com isso. As pessoas estão seguindo como se isso fosse resolver alguma coisa e não vai. Estão expondo, invadindo. Invadindo de uma forma terrível.

"As pessoas estão passando dos limites comigo. Eu não sou de ferro. Eu não sou. O que mais querem de mim? Já estou com traumas suficientes já. Quero ficar em paz."


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