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Sinto-me, "nu": Marginais roubam celulares na presença de senhora de 93 anos, no Calabar, em S.A.JESUS

Por ANTONIO MASCARENHAS

Na tarde dessa segunda-feira, por volta das 18:15h, na Rua do Calabá, em Santo Antonio de Jesus, marginais, armados, invadiram um salão de beleza e abordaram as pessoas que lá se faziam presentes, subtraindo 2 celulares, dentre eles, o meu (Moto G III). Nesse momento, a minha genitora estava se submetendo ao corte de seu cabelo. Felizmente, ela não se assustou com a situação porque a cena foi muito rápida e ela não percebeu. Uma pessoa idosa (93 anos), mãe de 13 filhos e vários netos. 

Os marginais saíram em velocidade, pilotando suas bicicletas, em direção às imediações do Bairro do São Benedito. Os dois eram negros e portavam bonés. O que subtraiu meu celular tinha uma espécie de tatuagem ou queimadura no antebraço esquerdo, segundo observou o outro rapaz assaltado. O outro facínora, tinha uma cicatriz vertical, escura, no rosto. 

A população brasileira já está acostumada, infelizmente, a conviver, diariamente, com notícias sobre criminalidade. Furtos, roubos, assaltos já fazem parte da rotina nos centros urbanos, principalmente. E, em Santo Antonio de Jesus, infelizmente, a situação não é diferente. Não devemos, evidentemente, ficar a culpar a polícia porque a corporação não dispõe de aparelhamento logístico para cobrir todas as áreas. As pessoas podem ser assaltadas ao saírem ou chegarem em casa, ou em outros locais, principlamente nesses horários de "rush". 

Mas, afinal, o que fazer diante de situações dessa magnitude? Como nos precaver para que não sejamos vítimas novamente? Evitar locais e horários perigosos? Uma situação, convenhamos, deveras difícil, mesmo porque, infelizmente, a bandidagem está infiltrada no seio da sociedade. O que se fazer, de fato, para contribuir em prol da inclusão social, numa sociedade excludente? A educação seria a solução, ou temos que ver tudo isso como utopia? Situações que sugerem reflexões, mas, enquanto isso, temos que pedir a Deus, constantemente, por proteção. Bens materiais vão e vêm. Lamento, pelos vídeos e fotos de minha mãe. O mais importante é a vida. Que Deus proteja a todos nós. Essa matéria tem por escopo fazer com que tenhamos, a cada momento, mais cuidados. Sinto-me "nu" (uma metáfora, evidentemente), indefeso, envolto pela indumentária da ilusão. Por outro lado, protegido pelo Senhor.  Imagem ilustrativa. 

 

 


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