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Busca de alternativas econômicas confere a FÁTIMA DO BENFICA destaque no seio da gestão Rogério Andrade, em S.A.Jesus

Por ANTONIO MASCARENHAS 

Muitos secretários municipais na Bahia e em diversos rincões deste país não passam de "meras figuras decorativas" no seio das instâncias administrativas. Destituídos de ideias, pecam na falta de iniciativas. Mais que isso, não estão abertos ao diálogo com os segmentos da população que representam e, muito menos, com a imprensa. Fadados ao ostracismo "administrativo", eles, simplesmente, ficam "enclausurados" em seus próprios conceitos e/ou posturas, não contribuindo em nada para o desenvolvimento do município e, muito menos, para o sucesso das gestões municipais nas quais estão inseridos. 

Todavia, felizmente, sempre há posturas que acabam se tornando destaque. É o caso de FÁTIMA DO BENFICA, Secretária de Agricultura e Abastecimento, no governo Rogério Andrade, em Santo Antonio de Jesus. Ela que, sabedora das dificuldades vivenciadas pelos produtores rurais do município que tem sua economia centrada na monocultura, seja de mandioca, seja de laranja e outras vertentes agrícolas, diante da drástica queda na lavoura, ensejada, no caso dos citros, pela dizimação causada pela mosca negra e, com relação à mandioca, pela falta de mão de obra no campo e a concorrência de produtos oriundos de outros centros, busca "alternativas econômicas" no momento em que incentiva produtores ao plantio de cacau na região. 

Trilhando nesse sentido, Fátima do Benfica, além de ter se reunido com técnicos da CEPLAC, realizou seminário em prol da plantação e cultivo do cacau na Sapucaia, com produtores, também, de outras comunidades, dias de campo, a exemplo do realizado no Espinheiro e, na última semana, a um plantio de cacau, numa fazenda seituada na Comunidade do "Bate Quente",São Felipe, onde se materializa uma iniciativa bem sucedida no palntio de cacau, num local em que a realidade climatica se assemelhaa nossa, bem como a  visita com produtores rurais à fábrica de mudas e instalações da indústria da Barry Callebaut (maior produtora de chocolate do mundo), em Ilhéus, numa demonstração inequívoca de que está, literalmente, se movimentando, não esperando que as coisas, simplesmente, "caiam dos céus". Longe disso, arregaça as mangas, em que pese dificuldades reinantes (dentre elas, paros recursos para sua pasta). De parabéns, portanto a Fátima e toda sua equipe por essa hercúlea iniciativa. Mostra flexibilidade. Que outros detentores de pastas nos municípios sigam esse exemplo sob pena de ficaram apenas como apêndices não produtivos. 

 

 

 

 


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