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Andaiá FM realizou Programa Especial, direto da OAB, versando sobre reforma trabalhista

Por ANTONIO MASCARENHAS

 

Realizado, na manhã dessa segunda-feira, 04, diretamente da sede da OAB, em Santo Antonio de Jesus, recôncavo baiano, programa especial da Andaiá FM, tendo por escopo discutir acerca da reforma trabalhista que tanto vem incomodando a classe trabalhadora deste pais. Presentes, na oportunidade, compondo a mesa, Dr. Carlos Tourinho (Conselheiro da ABA - Associação Brasileira de Advogados), Dr. Fabrício de Castro (Conselheiro federal da OAB), Dr. Humberto Lúcio (Presidente da OAB em S.A.Jesus), Dra. Lia Barroso (Presidente do Conselho Estadual da Mulher, na OAB), Dra. Dorothy (Presidente do Conselho da Mulher, junto à OAB, em S.A.Jesus), Fernando Henrique Chagas (empresário, Aandaiá FM), equipe técnica da Andaiá (Edilson Oliveira e Itajaí Pedra Branca - locutores - locutores), Sidney, Edy e Luciene. Mediando o evento, escritor Pedro Barroso. 

Dentre os assuntos que vieram à baila, à luz da "engendrada" reforma trabalhista, o enfraquecimento dos sindicatos que, por conta da queda da contribuição sindical, terão que reduzir seus quadros e limitar sua linha de atuação nas mediações trabalhistas entre a classe patronal e trabalhadores. Discorreram, também, acerca das convenções coletivas de trabalho. Para os advogados em apreço, em que pese avanços em determinados pontos, a classe trabalhadora, deveras, sai prejudicada nessa "queda de braço" que só favorece os empregadores. 

Enfocaram, também, a questão das terceirizações de atividades fim e meio que, trazem no seu bojo, a degradação das garantias individuais auferidas com tanto suor por parte da classe trabalhadora, ao longo de anos. Outro assunto também discutido foi a jornada de trabalho, deslocamento dos empregados de sua residência ao local de labor, etc. Há uma preocupação generalizada no seio da sociedade, principalmente nas esferas menos aquinhoadas financeiramente. E essa queda de postulações trabalhistas também estão sendo sentidas pelos advogados que lidam nessa esfera. 

A queda brusca nas reclamações trabalhistas é, convenhamos, sintomática. Não há "alinhamento de propósitos" entre trabalhadores e empregados: longe disso. Na verdade, os empregados estão tendo que "engolir goela abaixo" toda essa imposição por parte de poderosos que "não estão nem aí" para as garantias individuais auferidas ao longo de anos, à custa de muito suor. De parabéns, portanto, a Andaiá FM, a OAB local, no momento em que se debruçam sobre essa questão atual mas que, até o momento, não foi totalmente absorvida pela advocacia e, muito menos pela massa de trabalhadores. 

SINDICATOS

Reputamos que os sindicatos também têm culpa nesse processo, no momento em que esperou que as coisas acontecessem. Falta militância. Muitos sindicalistas recuaram na luta em defesa dos trabalhadores a partir do momento em que conseguiram cargos junto ao governo federal e estadual. "Saciados", muitos deles, simplesmente, recuaram, dando espaço para que os oportunistas do poder levassem esse plano adiante. Agora, essas entidades estão "a chorar o leite derramado". Convidada, a Tvsaj teve oportunidade de entrevistar alguns dos participantes. PUBLICAREMOS VÍDEOS NO DECORRER DA SEMANA.

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