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MERCHANDISING: Ao nos deparar com a faixa de publicidade, perdemos, literalmente, a FOME: S.A.JESUS

Por ANTONIO MASCARENHAS

 

Sejam as agências de publicidade, gráficas, sejam nós, no dia a dia, devemos estar preocupados com a escrita, de maneira que não sejamos criticados por erros que cometemos. Erros que afloram, principalmente, em decorrência das constantes mudanças em nossa gramática e que acabam levando a população a cometê-los a todo instante. Além deles, os chamados "erros de digitação", geralmente acometidos por pressa, problemas nos teclados, etc. 

Diante disso, precisamos estar sempre corrigindo nossas escritas, de maneira que possamos errar menos. O interessante é que encontramos erros em livros, revistas, jornais e em sites (inclusive nos que se inserem no rol de principais veículos de comunicações do pais), sejam eles de concordância verbal e nominal, pontuação, sintaxe, pontuação, sinalização, etc.  Para nós que escrevemos para sites, os erros chamam mais atenção quando aparecem nos títulos. Quando descobrimos, logo na publicação, procuramos corrigi-los em tempo hábil. Às vezes, descobrimo-los depois. Não deixa de ser chato, mesmo porque passa uma imagem ruim. O nosso teclado, por exemplo, é um tanto complicado com relação ao posicionamento dos sinais de pontuação. E isso leva ao acometimento de erros. Imaginem o que seria de algumas pessoas não fossem os chamados "corretores" de escrita oferecidos no "word" ? 

AGÊNCIAS DE PUBLICIDADE 

Preocupação com o acometimento de erros não deixa de fora as agências de publicidade que, no dia a dia, estão a atender às empresas contratantes. Basta um dos clientes efetuar uma reclamação acerca de determinada faixa, banner, publicação em site, jornal, ou revista para que procurem, de imediato, às agências contratadas, culpando-as pelos eventuais deslizes cometidos. Diante do público fica sempre a dúvida: o erro foi do cliente ou da agência? Por via das dúvidas, é sempre da agência, a maior responsabilidade. Diante do exposto, faz-se necessário monitoramento para que erros não venham acontecer, mesmo porque, demandam, sempre, prejuízos financeiros.

EM QUE PESE A FOME, PERDI A VONTADE DE COMER

No último sábado, saímos para "almoçar fora". Ao passar em frente a um restaurante, praticamente no centro da cidade, deparamo-nos com uma faixa com os dizeres "COMA A VONTADE- almoço livre de balança - R$ 11,00". De chofre, um apelo irresistível à gula. De repente, ao analisar o que estava escrito, sequer adentramos ao estabelecimento. No momento em que COMI A VONTADE, PERDI, literalmente, a FOME. A simples falta da crase fez com que nos saciássemos. Adentramos ao estabelecimento ou o estabelecimento (complemento verbal com ou sem preposição? Uma pegadinha interessante). 

E qual o objetivo dessa matéria, se nós, também, cometemos nossos erros gramaticais? Mostrar que todos estamos, continuamente, nesse eterno processo de aprendizado. Devemos estar abertos às críticas, todavia, procurando errar menos. A humildade é, convenhamos, a rainha das virtudes. Dar um passo atrás, quase sempre, se faz necessário. Que continuemos errando, é verdade. Mesmo porque só erram os que tentam alguma coisa. O que adianta ficar à beira do caminho, se podemos andar? Vamos, todos, inferir em todo esse processo de construção de uma sociedade, deveras, participativa.  Ficar no ostracismo, no anonimato, é bem pior

 


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