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Colunista CARLOS REIS - Escritor

13
Abr
2014

Vítimas do tempo

Notícias | CARLOS REIS - Escritor | postado por: Mascarenhas

Por CARLOS REIS

Em algum momento, o tempo começou a contar com uma precisão inacreditável, tornando cada segundo um fator determinante para minha formação, geneticamente falando, na adaptação bioexistencial para o meu existir nesta biosfera terrestre, e com as horas e os dias aliadas ao tempo, que formaram meses, eu nasci, descortinando o inacreditável, uma real ficção.

Foi neste momento que o tempo se tornou o elemento inevitável para a minha adaptação, fora da cápsula do útero maternal, como todos que renascem, eu surgi faminto pelo oxigênio e com diversas necessidades, e a partir daí o tempo se tornou em momentos um aliado, em outros um algoz, pois o tempo se tornou também um elemento das minhas ansiedades, cada vez tornando-se a cada momento direcionador que calculava os momentos em que eu interagia com toda a relação natural dos encontros e desencontros que esta vida nos proporciona. Até o momento onde a vida me levava a descobertas externas e internas em mim mesmo, eu apenas vivi o conflito natural de quem se relaciona com o tempo, na puberdade das mudanças naturais eu era ansioso para que o tempo passasse, e sem perceber, eu vivia uma ilusória ilusão de controlar o tempo para minha momentânea satisfação.

Notícias | CARLOS REIS - Escritor | postado por: Mascarenhas

Por CARLOS REIS

Ao longo da vida, a espécie humana vem trilhando um árduo caminho em busca de um despertar, ou seja, a salvação que seria uma iluminação, a descoberta de algo grandioso que sempre esteve latente no seu ser, a descoberta do fogo, provocou no homem o inevitável encontro com a ciência, que lhe daria domínio sobre os elementos a sua volta, isso prova que a nossa busca maior esta focada no conhecimento, quando mencionamos conhecimento, direcionamos o olhar para diversos pontos que nos tornam protagonistas desta grande busca, seja por domínio dos elementos materiais, ou pelo despertar psíquico espiritual.

Ao analisarmos na frase de Cristo “O conhecimento vos libertará”, percebemos que qualquer forma de salvação tem uma característica natural de resgate, ou seja, libertar de uma prisão, pois toda prisão tira do homem a sensação de felicidade, e toda libertação promove ao homem um sentimento de paz que constrói no seu ser uma alta estima que transcende a tudo que lhe seja oferecido como proposta de realização. Analisando por este ponto de vista, percebemos que toda caminhada da humanidade em suas diversas linhas de busca das mais primitivas as mais esclarecidas o homem tenta um rompimento com a prisão interior do seu ser que o limita a contemplar os valores maiores e divinos que estão tão próximos, habitando no seu ser e que eles insistem em buscar em algum lugar distante.

Notícias | CARLOS REIS - Escritor | postado por: Mascarenhas

Por  Carlos Reis Agni

No drama da origem, escrito pelo autor de Gênesis, relata-se uma famosa e primitiva cena da historia, onde dois irmãos são envolvidos pela névoa sombria do sentimento nefasto da inveja. Um deles foi a vitima, o outro o autor de um ato criminoso que teve a origem na profundeza do âmago do seu ser, resultando no primeiro homicídio após o banimento do paraíso. Segundo a historia relatada no livro de Gênesis 4:3-8, os irmãos Caim e Abel levaram ofertas, onde Caim levou algumas frutas enquanto Abel ofereceu uma das mais belas e gordas ovelhas do seu rebanho, segundo o relato a atitude de Abel foi bem vista aos olhos de Deus, quanto a Caim naturalmente se sentiu reprovado pela sua falta de empenho, o texto relata que a face dele manifestou o sentimento quase incapaz de ser camuflado, a inveja, o levando a projetar o assassinato de seu irmão.

Se formos analisarmos para os dias atuais, onde os valores do individuo é pesado pela posse, títulos, popularidade, e status conquistadas por muitos, em sua maioria com ardo esforço e zelo, o tornando uma referencia pelas conquistas materiais e imateriais, inevitavelmente estes que englobam o cenário dos bem sucedidos no meio da sociedade que o interage, com certeza já foi ou esta sendo alvo do sentimento negativo da inveja. Essa manifestação da pobreza de espirito atua em todos os níveis da interação humana, ninguém esta livre, seja ele estudante bem dedicado, funcionário público ou de empresas privadas, em suma até mesmo na própria família.

08
Dez
2012

Misterioso Amor

Notícias | CARLOS REIS - Escritor | postado por: Mascarenhas

Por CARLOS RES

Hoje despertei no amanhecer e meus pensamentos navegaram a deriva em busca de um porto seguro, algum lugar que eu pudesse encontrar o significado do inconcebível para nós humanos ou pseudo humanos que buscam se humanizar a cada passo de nossa evolução. E nas minhas reflexões, me perdi em um pensamento excessivamente humano... “Amai a teu próximo como a ti mesmo”. Mas apenas o teu próximo não basta falou o mestre, pois é fácil amar quem tu tens afeição, “Amai o teu inimigo”, é inacreditável, como amar o inimigo?

Notícias | CARLOS REIS - Escritor | postado por: Mascarenhas

Por Carlos Reis Agne

Com a mística semelhante ao nascimento, a morte surpreendeu e surpreenderá a todos que teve o privilégio de nascer e que trouxeram consigo a condenação irremediável a todo o ser vivo que já começa a morrer a cada segundo desde que despertou pra vida.

Ao contrario dos risos de satisfação provocados pela emoção dos que esperam o nascimento de seu rebento, a morte dilacera profundamente a emoção dos que sentem perder um ente querido, levando a diversas reflexões. O que é a vida? A imortalidade é tudo que temos? Será que a vida por ser tão grandiosa, a natureza nos deu a oportunidade de vivencia-la conscientemente com a intensidade onde a todo momento agimos como se fossemos eternos, construindo um caminho de projeções por onde diversas gerações vem trilhando, manifestando seus apegos e egos, vaidade alimentada pela ilusão de que somos capazes de dominar a vida sem jamais imaginarmos que é impossível pensar na vida sem imaginarmos a morte.

Notícias | CARLOS REIS - Escritor | postado por: Mascarenhas

Por Carlos Reis Agni

Na narrativa de Gênesis analisamos a projeção da criação, onde o autor desse belíssimo livro materializa uma observação analisada do ponto de vista e da compreensão de um homem terreno de consciência e conhecimentos limitados a sua época. Como em diversas literaturas sagradas de povos diferentes, a origem da vida em especial do homem, surgiu como uma necessidade de justificar para aqueles que se auto questionavam a origem de quando e como tudo começou.

Com certeza os grandes lideres espirituais e por que não sócios políticos daquele momento, precisavam manter o equilíbrio de uma gama de povos que se dividiam entre o ceticismo a adoração de mitos, a exemplo do bezerro de ouro, um fato narrado no período em que Moisés buscava conduzir uma multidão de hebreus a terra prometida. Acredito que afirmar a origem mostrando um ponto de partida onde tudo começou em uma linguagem mística a compreensão das pessoas que viveram aquela época, hebreus que mais tarde na historia se tornariam judeus. Sem esquecermos dos Gentios, povos que não vieram da linhagem hebreia judaica como nós que adotamos o cristianismo como caminho a espiritualidade, pois entendemos que com a compreensão da origem da espécie humana pelo ponto de vista da criação, afirma a direção ao divino, Deus.

Notícias | CARLOS REIS - Escritor | postado por: Mascarenhas

Por Carlos Reis Agni

Ao longo da vida, nós humanos vivemos envoltos em diversos mistérios nunca desvendados, apenas especulados por curiosos, pesquisadores, religiosos, sábios e místicos, onde a cada passo da vida a lacuna existencial entre o nascimento e amorte nos tornam órfãos de uma verdade absoluta e filhos da vida que trilham os caminhos existenciais com pouquíssimos esclarecimentos ao profundo abismo dos mistérios.

Como diz uma frase célebre de Isaac Newton: “O que sabemos é uma gota d’agua... o que desconhecemos é um oceano.” Em uma simplória análise, faremos uma reflexão ao destino, existe destino? Nossas vidas são conduzidas pelo capricho desse poder desconhecido que fora tema de contos mitológicos e que envolveu historias contadas durante milênios?

Pensadores tem analisado o destino como sucessões inevitáveis de acontecimentos movidos por uma ordem cósmica, onde é impossível escaparmos. Acredito que há dois destinos inevitáveis, o primeiro é quando surgimos de forma consciente no fluxo da existência e nascemos pra vida a qual conhecemos. O segundo momento do destino irremediável a qualquer forma de vida, é quando morremos. Estes são destinos inevitáveis, mas quando trilhamos o curso de nossas vidas, onde vivenciamos a infância, juventude e caminhamos para o envelhecimento, nos deparamos com sucessíveis acontecimentos, os quais nos levam a refletir. Foram obras do destino? Ou apenas a surpresa do acaso?

Notícias | CARLOS REIS - Escritor | postado por: Mascarenhas

Por Carlos Reis Agne

Que mistério sustenta a indecifrável e grandiosa manifestação grandiosamente esplendida e insondável em todas as suas expressões do inconsciente ao consciente e analítico onde nosso intelecto nos leva a refletir sobre a vida e seus diversos estágios, pois a cada passo que adentramos no corredor que nos transporta entre o físico da cadeia infinita da genética, somos convidados inevitavelmente a direcionar nossa reflexão a metafisica do poder que anima a vida através de uma mística que a cada momento nos torna um principiante aprendiz que da os seus primeiros passos, como uma criança que tenta se equilibrar na aventura de sua primeira e desconcertante caminhada.

Mas o que é a vida? A todo o momento nos esbarramos em um questionamento que acompanha a humanidade desde o principio do despertar de sua vida de suas faculdades racionais refletivas. Quem somos nós? De onde viemos? E a vida? E ela silencia na morte física onde a matéria orgânica deixa de ser animada, tornando a todos que acompanham esse fato inevitável que é a morte ficam vulneráveis e totalmente impotentes, semelhante a gados que simplesmente acompanham a fila de vulneráveis mortais que não sabem como chegaram à vida e deixam a aventura da vida como um aprendiz que nada sabe.

Quantas vidas teremos que viver para termos noção do que somos? Como navegadores viajantes desse mistério que nos leva por caminhos de tantos “por que” e de respostas que se tornam incompreensíveis as nossas obtusas consciências, ou será que estas respostas são tão silenciosas, que chegam a parecer que não são respondidas, e quando são, é através de nossa vivencia em cada experiência que se torna uma resposta particular a cada um.

Notícias | CARLOS REIS - Escritor | postado por: Mascarenhas

Por Carlos Agni

O que somos realmente? Animais? Mamíferos? Que apenas deu um salto no estágio da evolução de consciência para sermos intitulados como humanos? E apenas continuamos animais com um avanço superior aos nossos parentes mamíferos que habitam no atraso da consciência cefálica, ou seja, pensante. Somos apenas animais? Quem poderia responder a questionamentos que vem rompendo os milênios? Quem somos nós? Será que iniciamos no berço do nascimento biológico e terminaremos no túmulo após o falecimento da energia vital que nos mantém biologicamente ativos e pseudo-conscientes.

Acreditem, eu não consigo me imaginar nunca ter existido, e você consegue? Como poderíamos nos analisar como nunca termos existido? Onde estávamos realmente antes de nascermos pelo processo fetal? Afinal, se observarmos apenas pelos traços biológicos e cefálicos, aceitaríamos termos iniciado pra vida no momento em que nascemos, mas há algo em nós que transcende aos fatores biológicos, químicos e hormonais, há um mistério amais além da nossa massa cinzenta cerebral, o que podemos chamar de consciência, um ponto delicado e incrivelmente magnífico que tem uma ligação intrínseca com o misterioso e o indecifrável sentir, pois o sentir é o que há de mais elevado no ser humano.

Notícias | CARLOS REIS - Escritor | postado por: Mascarenhas

Por  Carlos Reis Agni

Em um diálogo corriqueiro com um empresário formador de opinião da cidade de SAJ, a política municipal inevitavelmente invadiu o diálogo, o assunto: Qual dos candidatos à sucessão municipal tem um perfil mais confiável que transfira a ideia da construção de uma cidade projetada para o futuro? E o diálogo se se resumiu nos valores pessoais de cada um deles, conclusão, todos eles são pessoas de bem, pessoas com defeitos, mas com certeza com diversas qualidades e experiências, mas isso é tudo?

Fizemos uma avaliação na politica de países de primeiro mundo, e observamos que o candidato que representa determinado partido, ele tem como obrigação seguir as metas determinadas que seja a base de projeção do partido para a construção de uma sociedade melhor, e que atenda os anseios da população, a exemplo da politica europeia, especialmente a Alemã, o partido já tem um projeto, e o candidato escolhido tem que obedecer rigorosamente, pois ele apenas será gestor das metas do partido, não seguindo as suas próprias ideias, é algo sustentável, voltado para todas as áreas, humana, social, ambiental, industrial e outras.

Notícias | CARLOS REIS - Escritor | postado por: Mascarenhas

Por Carlos Reis Agni

Aproximadamente entre 1.600 ou 1.700 anos antes de Cristo, numa região árida ao norte da Pérsia, em uma noite fria do deserto, pastores nômades acampavam à beira da fogueira, enquanto vigiavam à distância seus rebanhos. Entre eles um mago nômade acampava numa das partes mais altas da planície, contemplando as estrelas.

Um jovem pastor ao notá-lo ao longe, envolto pelo silêncio da solidão da noite, levantou-se e dirigiu-se em direção àquele insólito ancião. Estando próximo, chamou a sua atenção, questionando-o:

- Posso dividir contigo o calor dessa fogueira?

O ancião voltou-se para ele, e com apenas um gesto, convidou-o a sentar-se.

O silêncio os envolvia, pois o ancião parecia comunicar-se com a essência que dava vida às estrelas, e logo o jovem pastor, com a face voltada para o céu, quebrou o silêncio, questionando:

- Quem chega mais rápido, a luz intensa de uma estrela aos olhos do observador ou a luz dos olhos do observador até uma estrela?

Notícias | CARLOS REIS - Escritor | postado por: WebMaster

Por CARLOS REIS

Estamos vivenciando um grande momento da democracia, onde se torna uma festa de expectativa motivada pelo sonho de mudança ou continuidade de projetos sociopolíticos que tem dado certo na construção da qualidade de vida em uma sociedade, através da implantação de politicas públicas tão sonhadas por aqueles que em um determinado momento da historia do país, sentiram-se coagidos, caçados, simplesmente por pensar em um sistema democrático que desse liberdade ao cidadão em planejar através das suas metas, a construção de um amanhã melhor.

A conquista da democracia teve um preço alto, onde muitos foram torturados e uma grande maioria morta, sequestrada sem deixar vestígios para seus familiares. O Brasil viveu no período de 60 a 64, momentos amargos, onde o cidadão que tivesse livre pensamento e que manifestasse seus sonhos de liberdade de fazer a escolha do futuro do país, era taxado pelo sistema ditador dos militares do poder como terroristas, sendo caçados de forma silenciosa, alguns eram mortos após serem torturados, outros eram banidos do país simplesmente por tentarem exercer seu direito de cidadania.

Notícias | CARLOS REIS - Escritor | postado por: Mascarenhas

Por CARLOS REIS

Em algum ponto de nossa origem, ficaram registrados os primeiros passos de nossa evolução, pois tudo esta interligado a um ponto de partida, a nossa gênese, o início.

Se analisarmos a nossa evolução dentro do caminhar da historia da humanidade, percebemos que a nossa adaptação no planeta trás consigo diversos elementos fascinantes, que chegam a serem assustadores, pois nos minuciosos detalhes das nossas trajetórias, construímos legados positivos que nos levaram ao caminho do que chamam civilização, em outros momentos manifestamos ações de extrema selvageria, barbáries inconcebíveis com os da nossa mesma espécie, criando assim um contraste entre a condição de humanos e de animais extremamente selvagens.

Notícias | CARLOS REIS - Escritor | postado por: Mascarenhas

Por CARLOS REIS

Qual a cor da sua consciência?

Por que ótica podemos analisar a expressão que se tornou uma palavra tão pronunciada no momento atual? Onde a comunicação através de veículos fomentadores de opinião na mídia em geral sempre pronuncia quando um ato de rejeição por fatores diversos acontece. Saliento que o preconceito se tornou um assunto frequente em diversos autos processuais por inúmeras razões, mas o que realmente é o preconceito?

Ao analisarmos a trajetória evolutiva da adaptação da nossa espécie, ou seja, o ser humano, nos deparamos com o avanço da observação do individuo para com o outro individuo. Em um dado momento, onde a tosca inteligência se limitava a mera necessidade de sobrevivência onde o individuo vivia a mentalidade paradisíaca, ou seja, próximos aos animais inferiores que ainda não tinham despertado a analise racional dos valores. Com certeza a ideia de conceito que é a definição de entendimento de algo ficava restrito pelo fator medo, elemento primário formador do preconceito, pois antes de termos o conceito definitivo, somos induzidos por instinto e herança histórica, uma espécie de proteção gerada pelo sentimento de medo que sem dúvida foi o fator mais importante para a não extinção da raça humana, a partir desta tomada de consciência, ou seja, a análise de algo desconhecido ou estranho, a realidade do observador que surgiu o preconceito.

Notícias | CARLOS REIS - Escritor | postado por: Mascarenhas

Por CARLOS REIS

Relacionar, unificar, encontrar, construir no universo subjetivo do Eu, as raízes do sentimento. Tudo é muito surreal para quem está de fora, e não habita na mesma dimensão do sentir de quem vive uma intensa, passiva ou conflitante relação, esta sem sombra de dúvida, é a sociedade mais delicada, onde o elemento deste investimento são os fatores do sentimento, atração, paixão, apego, dependência, segurança, medo e ansiedade. Nestes momentos, onde tudo é novo na alquimia desta fusão do encontro de dois seres que compõem o universo dos opostos, é inevitável a efervescência da alma, é como se o interior do ser estivesse sempre à beira de uma erupção, semelhante a um vulcão inflamado, existe um elemento na relação invisível a motivar todos os outros, constitui-se da expectativa criada pela idealização de alguém que foi projetado nos seus sonhos, ou seja, o arquétipo da imagem idealizada do que se pode chamar de “ príncipe encantado” ou “princesa”.

Notícias | CARLOS REIS - Escritor | postado por: Mascarenhas

Por CARLOS REIS

No universo encantado das fábulas e contos, a historia finaliza-se com a ilusória frase: “ E eles foram felizes para sempre...” mas esse “para sempre”, como diz na frase da música da cantora Cássia Eller, sempre acaba.

Mas o que é realmente a felicidade? É a ilusão de um sentir, efeito de diversas causas de ordem química, hormonal e emocional? Qual o caminho para encontrar a felicidade? O direcionamento mais tangível aos olhos é proposta do capitalismo, TER, sempre TER, a posse do dinheiro que promove status social tornou-se talvez o primeiro caminho mais buscado pela crença da auto realização.

Mas e quando o dinheiro não é mais necessidade? Em diversos exemplos de insatisfação, tristeza seguida de depressão, até em muitos casos o suicídio, a vida nos cobra um olhar para um paradoxo que constrói diversos questionamentos, porém o mais forte é... O que é a felicidade? A insatisfação gritante na alma do ser humano o faz trilhar caminhos inimagináveis, para encontrar a auto satisfação, muitos buscam correr riscos, buscando manter acesa a adrenalina, para não ser surpreendido pelo marasmo, tudo como forma de encontrar a tão desejada felicidade.

Notícias | CARLOS REIS - Escritor | postado por: Mascarenhas

Por CARLOS REIS

A humanidade sempre seguiu os modelos de conceito que são pulverizados pela mídia em todos os tempos, os estigmas sociais desenham a idealização da grande massa em sua total maioria. Os elementos usados pelos fazedores de opiniões sociais, fazem com que a sociedade se renda a padrões alienadores de estilo e conceito de vida, onde são motivados a consumirem com os olhos e ouvidos tudo que se produz, se tornando uma promessa verdadeira de felicidade. Essas ações motivadoras das massas, não são nada inocentes, estas ferramentas de domínio popular, vem se arrastando por séculos, ou seja, arrastando a grande maioria cega, que precisa da bengala social para se orientar entre os precipícios do engano, que não são poucos.

A partir daquele momento da era antiga, a chamada era do aço, os grandes tiranos e conquistadores, já usavam a influencia da mídia rudimentar para motivar a formação de seguidores a suas causas. Desde a face esculpida na moeda de Alexandre o grande e os Césares, a bustos esculpidos em pedras por artesões, invadiam os olhos dos indivíduos dos seus tempos, fazendo-os acreditar que alguns líderes eram verdadeiros semideuses, ou até mesmo imortais, dai então se deu origem o que hoje intitulamos de mídia. Acredite, é uma ferramenta indiscutivelmente poderosa, que dita o estilo de vida da sociedade, e não é diferente quando se trata do conceito de beleza.

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Por CARLOS REIS

De repente, a tristeza repentina surgiu, provocando um silencio incompreensível, e logo passou, era apenas uma temporária tristeza. Mas quando retorna, trás consigo uma sensação de isolamento, uma busca pela fuga, em um recanto, em um canto qualquer, para fugir de tudo. Mas não há fuga, apenas uma dor inexplicável, uma angústia que parece ser incurável, e com as horas que passavam, a angustiante tristeza se tornou mais forte, capaz de consumir as ultimas gotas de esperança.

E os minutos se passaram, e a amarga tristeza, havia secado até mesmo a saliva, a tentativa de ignorar e ocultar pra outros, faz o individuo criar máscaras, sorrir sem risos, incensar uma alegria tão superficial quanto a maquiagem que derrete ao sol, quando não deu mais pra dissimular, venho então o choro compulsivo, a insuportável necessidade de pedir socorro, pois algo invisível dentro do ser secava a fonte da vida, manifestando uma árida tristeza, e assim, uma palavra que antes não tinha nenhum significado, e não era nenhuma ameaça, foi pronunciada como um diagnóstico: DEPRESSÃO.

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Por CARLOS REIS

Na busca do insoldável universo humano, trilhamos através de corredores que revelam sutilmente um pouco do reflexo da natureza do que somos ou do que buscamos vir a ser. Nesse complexo de valores e paradoxo inexplicável, nos deparamos com uma observação que nos leva a refletir, por que sempre esteve em evidência à amarga ação que trás reações diversas as vitimas deste pérfido ato que é manifestado de inúmeras formas e por não ter outro nome que mais vestisse a deplorável ação, chamamos de traição. Acredito que este é o único golpe que não existe defesa, pois sempre é realizado por alguém que primeiro conquistou o que não se compra e que tem que ser conquistado, a confiança.

Expressão que soa com a vulnerabilidade intrínseca da fragilidade que corresponde ao valor inestimável que chamamos confiança. Mas como caracterizar a traição? Existe algum estigma? Uma espécie de padrão pra essa sórdida ação que desabona todos os valores construídos em um terreno vulnerável e delicado do EU de quem confia? Confiar é entregar a chave de seus valores, é convidar pra dentro do seu mundo secreto alguém que de forma única se tornou eleito para trilhar no caminho restrito a poucos que foram considerados merecedores.

Notícias | CARLOS REIS - Escritor | postado por: Mascarenhas

Por CARLOS REIS

Em momentos, parece imaginável alguém tomar à sórdida e amarga decisão, tirar a sua própria vida. Na lei natural da existência, sobreviver é a regra máxima, pois está registrado em nosso código genético, mas quando o homem em seu salto evolutivo passou a tomar decisões segundo as suas próprias escolhas, os seus instintos foram subestimados pelas suas ações racionais, motivadas por fatores de ordens emocionais e psíquicas, onde estas diversas descargas provocadas por sentimentos de diversas ordens, leva o individuo a agir segundo o clima do momento, e na tentativa de se livrar do fardo que o julga insuportável, ele busca no suicídio, a fuga, uma espécie de libertação idealizada pela sua mente em conflitos.

Os motivos não importam, pode ser considerado negligente, banal, e visto como fraco, precipitado ou até egoísta e covarde. Para o suicida, não importa o que pense, pra ele só existe o seu mundo, um lugar obscuro e amargo, onde a angústia criaram grades e aprisionaram a sua alma, lhe distanciando das expectativas de felicidade, que vem de diversos fatores: realizações financeiras, amor não correspondido, harmonia familiar, estes fatores primários trazem consigo vários secundários que desencadeiam uma tormenta de diversos conflitos emocionais.

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Por CARLOS REIS

Com que nível de gravidade você avaliaria a ação de uma lei, a ação de um direito dado, para que outros ajam tomando decisão sobre a vida de quem não tem o direito de fazer sua própria escolha? Quanto a este que citamos em sentido figurado for uma criança, geralmente pobre e sem um lar, que na maioria dos casos foram abandonadas, não conheceram o carinho materno e paterno, não vivenciaram a presença meiga, dedicada e amável da genitora, não sentiu a presença forte de amor e segurança de um pai, e por questão do fator amargo do abandono de alguma forma, fora acolhida por um orfanato. Que relativamente em sua capacidade lhe deram “tudo”, mas não um caloroso amor de um verdadeiro lar, pois a meta de um orfanato é encontrar uma família que adote a criança órfã, colocando-a em aguardo da adoção.


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